Sinto-me de regresso à velha mata do arquiteto, que tanta vez visitei, onde as perdizes eram nutridas em gaiolas para depois serem libertadas ao deus dará até que, eventualmente, um chumbo as encontrasse num voo de inquietação...
Ah! Aí vai mais uma, com o seu peitinho inchado e as suas cores vincadas, próprias de uma criação cuidada. Apodero-me da caçadeira, apenas para cair na realização de que não tenho chumbo.
Sendo assim, fico-me pela observação desta maravilha da mãe natureza, enquanto passa outra, e mais outra, e por fim, dedico-me à pesca.